Novas insígnias da arbitragem brasileira passam a ser usadas

Novas insígnias da arbitragem brasileira passam a ser usadas

A Comissão Nacional de Arbitragem da CBF procura a evolução a cada passo. Enquanto luta contra a indisciplina em campo, também investe em melhorias das condições de trabalho dos árbitros e no aperfeiçoamento da equipe, com orientações e cursos de reciclagem. A partir de agora, os uniformes estão com as novas insígnias, que identificam cada membro da equipe de arbitragem. O presidente da Comissão de Arbitragem da Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER), Leandro Bratti, recebeu a remessa das novas insígnias na última sexta-feira para serem entregues aos profissionais do quadro CBF.

De acordo com o presidente da Comissão de Arbitragem, Sérgio Corrêa, a nova insígnia a ser utilizada pelos integrantes da relação nacional dos árbitros de futebol tem características especiais e padronizadas. Ele explicou cada detalhe.

– No centro, temos a categoria do árbitro em prata, com fundo azul, representando a missão principal de um árbitro: fazer justiça. No flanco direito, o verde é a regularidade esperada de seus oficiais, com a sigla da CBF, entidade de administração do futebol brasileiro. Pelo flanco esquerdo, a bandeira amarela identifica a função dos assistentes, em ouro, que é a busca pela excelência de seu desempenho. A união dos dois símbolos forma um apito, também em prata para mostrar a integridade necessária a quem escolhe a atividade.

A insígnia da arbitragem brasileira será usada em todos os campeonatos. Ela é identidade dos árbitros para os jogadores e o público do futebol. Para Sérgio Corrêa, as iniciativas da Conaf estão fortalecendo a disciplina em campo e o desenho da marca levou em consideração esse novo momento.

Em Rondônia, o presidente da Comissão de Arbitragem destacou a importância dos profissionais do quadro da entidade máxima do futebol brasileiro e ressalta o crescimento do potencial dos árbitros que hoje compõem o quadro da FFER.



Autor: CBF e PAULO RICARDO