Maioria dos jogadores era criança em 1998 e ainda não enfrentou a França

Maioria dos jogadores era criança em 1998 e ainda não enfrentou a França

Na janela de entrevistas nesta quarta-feira, um jornalista francês quis saber de Oscar se a França era um adversário que causava medo ao Brasil. O meio do Chelsea respondeu que a França tem uma grande seleção e que merecia como tal respeito por parte dos jogadores brasileiros - o que está longe de ser medo.

Muito se falou nas entrevistas e na coletiva do técnico Dunga sobre o ultimamente retrospecto favorável à França, especialmente em jogos decisivos da Copa do Mundo.

Foram quatro jogos decisivos em Mundiais, e o adversário levou a melhor em três oportunidades: nas quartas de final em 1986 e 2006 e na final em 1998. O Brasil foi superior nas semifinais de 1958, na goleada de 5 a 2 sobre os franceses.

No Stade de France, o cenário do jogo de amanhã, o Brasil perdeu para a França dois dos três jogos que disputou: 3 a 0 em 1998 e 1 a 0 em 2011. Em 2004, em jogo comemorativo ao centenário da FIFA, houve empate: 0 a 0.

Muito também porque, desde o dia 3 de junho de 1997 – empate em 1 a 1 – até 9 de fevereiro de 2011 - derrota de 1 a 0 -, Brasil e França disputaram seis jogos, em que os franceses venceram quatro e houve dois empates.

Só que, desses seis jogos, do atual grupo somente três jogadores estavam em campo: Robinho (em 2006, quando entrou nos últimos minutos, e 2011) e Thiago Silva e Elias (2011).

Mais do que isso: no último jogo, realizado no dia 9 de junho de 2013, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, o Brasil venceu por 3 a 0 – gols de Oscar, Hernanes e Lucas.

Do atual grupo, entraram em campo naquele dia: Thiago Silva. Marcelo Luiz Gustavo, Oscar, Fernandinho e Neymar.

Voltando a 1998, na vitória até hoje mais comemorada – com razão - da França, a maioria dos jogadores de hoje era criança: Oscar e Roberto Firmino, por exemplo, tinham sete anos: Neymar e Phillippe Coutinho, seis.

Portanto, quando se fala do retrospecto de Brasil x França, o assunto não tem nada a ver ou está na conta dos jogadores da Seleção Brasileira de Dunga. Além do que, no retrospecto geral, o Brasil leva a melhor: seis vitórias, cinco derrotas e quatro empates.

E uma nova história começa a ser traçada amanhã no Stade de France.


Fonte: CBF.com.br


Autor: Assessoria FFER