Observador técnico da CBF acompanha abertura do Sub-16

Observador técnico da CBF acompanha abertura do Sub-16

“Assim como outros estados do país, Rondônia tem talentos do futebol e facilmente podem ser alvos de grandes clubes”. A frase é do observador técnico das categorias de bases da confederação Brasileira de Futebol (CBF), Bruno Costa, que acompanhou atentamente o jogo de abertura do Campeonato Rondoniense Sub-16, entre Genus e Rondoniense, sábado, no C.T. Rondoniense.
Bruno está realizando este trabalho em todo o país e destacou que grandes clubes do Brasil estão com as atenções voltadas para novos jogadores revelados na região Norte. “Isso é gratificante para o futebol de Rondônia. Vale ressaltar que clubes começam a vir para Estados do Norte em busca de novos talentos. Em Rondônia não está sendo diferente, pois já foram realizadas várias peneiras e alguns jovens jogadores foram captados por grandes clubes do país”, disse.
Bruno Costa, que é rondoniense, tem percorrido por todo Brasil, acompanhando as principais competições de Categorias de Base para detectar os novos talentos do futebol brasileiro e dar todo suporte e informações necessárias para os treinadores das seleções na hora de convocar um atleta. Segundo Bruno, quando não há competições acontecendo, é feita uma programação de visitas aos principais clubes formadores do futebol brasileiro, para acompanhar treinamentos, jogos amistosos. “Sou rondoniense e tenho a plena convicção de que aqui há excelentes jogadores de base que precisam de oportunidades para que possam demonstrar seus valores”, afirma.
Bruno citou como prova quanto à importância de investir na categoria de base, o trabalho que era feito pelo extinto CFA, que revelou ao futebol do estado, regional e internacional grandes nomes que até hoje estão em atividades conquistando títulos por outras equipes. “O ditado que diz: colhemos o que plantamos, também é aplicado no futebol, ou seja, é investir na categoria de base para que possam surgir novos talentos. É importante salientar que a base é uma válvula de escape, para a sobrevivência de um clube. Conseguimos com um bom trabalho desenvolver atletas para a equipe profissional, minimizando o custo de contratações”, finalizou.



Autor: assessoria paulo ricardo